Paulo Praça

Paulo Praça não é, de todo, um nome desconhecido, mas após a sua participação no projecto AMÁLIA HOJE, ainda mais famoso ficou.

Associado também aos Plaza, Paulo Praça brinda-nos com um 2º álbum a solo. Falámos um pouco com ele sobre a sua experiência. Ora, espreitem…

triplic’ARTE – Paulo; como tem sido o teu percurso depois do “hype” criado em torno dos Amália Hoje?

Paulo Praça – Tem sido um percurso tipo expresso. Ando a mil à hora. Depois do final da digressão amalia hoje, comecei logo a preparar a promoção do “dobro dos sentidos”, a ensaiar o concerto e pelo meio ainda fui a Madrid gravar guitarras no novo disco dos “the gift”, produzido por Ken Nelson(coldplay, Gomes, kings of concenience) reconhecido produtor internacional, vencedor de um grammy.

t’A – Sentes que, de alguma forma, os Amália Hoje impulsionaram ainda mais a tua carreira?

PP – Os Amália hoje ajudaram definitivamente a mediatizar o Paulo praça e a verdade é que se antes entrava pela porta de serviço, agora entro pelo porta maior.

t’A – Muitas pessoas já conheciam o teu trabalho quer com Turbo Junkie quer com os Plaza. Mas muitos conhecem também o teu trabalho a solo. Temos o “Disco de Cabeceira”, e agora, o mais recente, “Dobro dos Sentidos”. Como tem sido o feedback por parte do público?

PP – O feedback tem sido muito bom.

O disco saiu em outubro, entrou directamente para 10 lugar do top de vendas da afp. O single amor alheio encontra-se a mais de 3 meses no top de preferencias das principais rádios nacionais, e esteve tb 3 semanas consecutivas no top de downloads da Vodafone. Fiz dois concertos em vila do conde com casa cheia. Neste momento preparo as apresentações para o Porto e Lisboa.

t’A – Existe algum concerto/evento em particular que te tenha marcado?

PP – Sim, houve vários. O 1o espectáculo dos “La fura del baús”, os smashing pumpkins em Cascais, o Leonardo cohen no ano passado em Vigo, o mítico concerto dos plaza nos maus hábitos!!!

t’A – Sabemos o papel importante que Valter Hugo Mãe desempenha neste trabalho (e não só). Fala-nos um pouco dessa relação tão especial com o Valter Hugo Mãe.

PP – Sou de facto um sortido. Sinto um privilegio gigante em ter o Valter como parceiro criativo. Os poemas do Valter são a minha principal inspiração e isso diz muito sobre a minha música.

t’A – Falando do apoio (ou falta dele – ou má distribuição do mesmo!) aos novos artistas portugueses – qual é a tua opinião? O que mudarias no “cenário”?

PP – Acho que a industria musical esta numa fase de mudança. Acho sinceramente que as coisas estão melhores para quem quer fazer música em Portugal. Com o advento da virtualidade o musico passou a ter muito mais controlo sobre a sua arte e é definitivamente mais fácil mostrar a música.

t’A – Concordas que as redes sociais cada vez têm mais um papel fundamental na divulgação das novas bandas? Ou vês algum lado negativo no uso das mesmas?

PP – Concordo. O único lado negativo é que agora podes ter uma carreira sem sequer ter pisado um palco!!!

t’A – Por último – quando se realiza o próximo concerto de Paulo Praça, e com o que poderemos contar?

PP – Estou a planear uma tour, que vai começar com concertos no Porto e Lisboa, e que vai passar pelo resto do pais, mas tb por Espanha e canada. Ate la dobrem os sentidos…

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